Textos teatrais, contos, crônicas, poemas, artigos, radionovelas e muito mais. Meu cantinho virtual onde exponho minhas obras e àquilo em que acredito.
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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
UM HOMEM QUALQUER
Hoje acontece a pré-estreia do filme Um Homem Qualquer, no Rio de Janeiro. Gravamos este filme em março de 2007 e só agora ele chega aos cinemas do Rio e de São Paulo.
É um filme belíssimo e tive a sorte de fazer parte dele e poder contracenar com Eriberto Leão, Nanda Costa, Carlos Vereza, Lulu Pavarin, Luciano Quirino, entre tanta gente boa.
Lembro-me como se fosse hoje da primeira vez que o ônibus subiu uma estradinha de terra estreita e tendo abaixo uma pedreira, com 50 pessoas dentro. E para descer, era pior. Mas compensou o cagaço, porque a locação era belíssima. E foi ali, naquele lugar rústico, que fiz grandes amigos. Eram as 12 horas diárias mais gostosas do dia ou da noite. Muita saudade desse tempo.
Segue a sinopse e o trailer oficial do filme. Espero vocês nos cinemas, hein?
SINOPSE
Jonas é um desempregado com mais de 30 anos e utopias que resistem à maturidade. Morador de São Paulo, está cansado do massacre diário da megalópole, a falta de dinheiro, tempo, afeto e perspectiva. Apesar disso, ele ainda acredita que uma vida mais simples e justa seja possível. É quando conhece e se apaixona por Lia, uma jovem atriz de teatro. As obsessões de um homem romântico vão convergindo a um ato criminoso, quando seu amigo Tico propõe o seqüestro de um rico estrangeiro, como forma de resolver todos os seus problemas financeiros. Ciente de que crimes políticos têm suas penas abrandadas, Jonas e Tico arquitetam uma estratégia ideológica para o sequestro e envolvem Lia no plano.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
EM BUSCA DA FELICIDADE
"Deve ser mais um desses filminhos água com açúcar e sem nada pra dizer.", pensei.
Mesmo sem me interessar, perdi alguns segundos do meu precioso tempo para ler a sinopse na contracapa. Sempre faço assim. Não se julga um livro ou um filme pela capa. E assim que terminei de ler a sinopse, me interessei em vê-lo. Meu conceito havia mudado.
O filme, de 2007, foi dirigido por Brad Issacs, e conta a história de Ben (Cayden Boyd), um garoto de 13 anos, que está cansado da ausência e do carinho de seus pais. Quando ele conhece Cassie (AnnaSophia Robb), uma garota da mesma idade que chega para morar com sua família, eles criam uma forte amizade. Frustrados com a situação, os dois decidem embarcar em uma incrível viagem, em busca da tia (Heather Graham) e do tio de Cassie, na esperança de encontrar o lar perfeito para eles. Em suas jornadas, eles cruzam com diferentes pessoas, entre elas o fazendeiro Henderson (Val Kilmer), e cada uma delas ensina à dupla, diferentes lições sobre o mundo. Quando chegam ao final da jornada, eles percebem que a família nunca é perfeita, mas que é provida de um amor raro e incondicional, que floresce mesmo nos tempos mais difíceis.
A vida desregrada dos pais de Ben e Cassie levou o jovem casal a buscar os ideais mais nobres do ser humano, pois seus exemplos não os faziam, como família, verdadeiramente felizes. Nessa busca eles encontram o amor ágape – o amor verdadeiro – que é exigente, não exclui o sofrimento, exige o eterno e não existe se não for exclusivo.
Cayden e Anna, o casal de protagonistas, estão encantadores, como Ben e Cassie. Eles tem uma sintonia incrível nas cenas - coisa rara de se ver. A fotografia é maravilhosa, trilha sonora, idem. E a última cena é de arrepiar todos os pelos do corpo.
A narração final é comovente. Meus olhos se encheram d'água em pouquíssimos segundos. Me identifico muito com aquilo tudo. E com outras dezenas de diálogos impecáveis, que norteiam o filme. Recomendo.
O filme, de 2007, foi dirigido por Brad Issacs, e conta a história de Ben (Cayden Boyd), um garoto de 13 anos, que está cansado da ausência e do carinho de seus pais. Quando ele conhece Cassie (AnnaSophia Robb), uma garota da mesma idade que chega para morar com sua família, eles criam uma forte amizade. Frustrados com a situação, os dois decidem embarcar em uma incrível viagem, em busca da tia (Heather Graham) e do tio de Cassie, na esperança de encontrar o lar perfeito para eles. Em suas jornadas, eles cruzam com diferentes pessoas, entre elas o fazendeiro Henderson (Val Kilmer), e cada uma delas ensina à dupla, diferentes lições sobre o mundo. Quando chegam ao final da jornada, eles percebem que a família nunca é perfeita, mas que é provida de um amor raro e incondicional, que floresce mesmo nos tempos mais difíceis.
A vida desregrada dos pais de Ben e Cassie levou o jovem casal a buscar os ideais mais nobres do ser humano, pois seus exemplos não os faziam, como família, verdadeiramente felizes. Nessa busca eles encontram o amor ágape – o amor verdadeiro – que é exigente, não exclui o sofrimento, exige o eterno e não existe se não for exclusivo.
Cayden e Anna, o casal de protagonistas, estão encantadores, como Ben e Cassie. Eles tem uma sintonia incrível nas cenas - coisa rara de se ver. A fotografia é maravilhosa, trilha sonora, idem. E a última cena é de arrepiar todos os pelos do corpo.
A narração final é comovente. Meus olhos se encheram d'água em pouquíssimos segundos. Me identifico muito com aquilo tudo. E com outras dezenas de diálogos impecáveis, que norteiam o filme. Recomendo.
terça-feira, 3 de julho de 2012
ORFEU
Estou relendo a obra completa de prosa e verso de Vinícius de Moraes. Parece que, ao mergulhar em suas páginas, encontro algumas respostas para as minhas perguntas.
Fiz uma pausa na leitura e fiquei zapeando a TV, e ao passar pela Sessão Brasil, tinha acabado de começar o filme Orfeu, dirigido por um dos meus cineastas prediletos, Cacá Diegues, baseado na obra Orfeu da Conceição, de Vinícius, que se baseou no mito grego Orfeu e Eurídice.
Já vi esse filme inúmeras vezes, comprei a trilha sonora na época em que a obra foi lançada nos cinemas e só então, me dei conta de que não tenho o DVD do filme. Então parei tudo o que estava fazendo para vê-lo de novo.
É um tipo de filme que me emociona. É catártico. São raros os filmes que mexem comigo.
Estava embriagado de sono, precisava dormir o quanto antes, porque tinha que acordar muito cedo para viajar para Cabreúva para mais três apresentações de O Porta-Malas nos spas. Mas preferi perder duas horinhas de sono. Sabia que valeria a pena.
O filme terminou há uns cinco minutos. E ainda ouço os gritos de desespero de Michael, personagem do Silvio Guindane, ao ver Orfeu ser assassinado por Mira, de Isabel Fillardis.
Não quero me prolongar, pois estou muito cansado e não consigo mais raciocinar direito. Queria só deixar a dica para quem não viu o filme e também sugerir que leiam a obra completa de prosa e verso de Vinícius de Moraes. Ele sabia das coisas..
terça-feira, 12 de junho de 2012
OS SONHADORES
Meu filho Eddie que me indicou esse filme. Acabei de assisti-lo e adorei.
Bernardo Bertolucci, diretor de grandes clássicos do cinema como O Pequeno Buda, Beleza Roubada, Assédio, O Último Imperador, 1900, o Céu que nos Protege, O Último Tango em Paris, este último, que assisti aos 13 anos e nunca mais me esqueci da cena da manteiga (considero esta, uma das melhores cenas de sexo da História do Cinema), me surpreende novamente com Os Sonhadores,
O filme é de 2003 e foi baseado no romance Os Inocentes Sagrados, de Gilbert Adair, que também assina o roteiro.
O jovem estadunidense Matthew, estudante de intercâmbio, vai para Paris para estudar francês. Apaixonado por cinema, ele rapidamente faz amizade com a jovem Isabelle e seu irmão gêmeo Theo. Os três tem, em comum, uma enorme paixão pelo cinema, sobretudo, o cinema clássico. A amizade entre eles começa a florescer. Matthew passa a descobrir uma intimidade fora do comum, da qual os irmãos compartilham, em meio a jogos psicológicos sob a temática do cinema clássico. Matthew fica inicialmente confuso e impactado, mas aos poucos começa a ser atraído para o mundo deles. Por todo o tempo eles vivenciam uma paixão mútua e isolam-se totalmente do mundo, distanciando-se completamente do contexto conturbado em que vivia a França em maio de 1968.
Alguns takes do filme, que se fundem com cenas clássicas do cinema, como Luzes na Cidade (Charlie Chaplin), Freaks (Tod Browning), Rainha Cristina (Rouben Mamoulian), A Bout de Souffle (Godard), entre outros, é um achado. E a trilha sonora, então, dispensa comentários, com músicas de Janis Joplin, Jimi Hendrix, The Doors, Charles Trenet, Edith Piaf....
O filme não foi bem recebido pela crítica francesa. O diretor Bertolucci sofreu também duros ataques da crítica italiana. No Brasil, foi o filme mais visto no Festival do Rio, bem como na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
Agora assistam e tirem suas conclusões.
Valeu, filhão, pela dica!
Valeu, filhão, pela dica!
domingo, 26 de dezembro de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
SHORTBUS
Tomei conhecimento deste filme através de Silvano, um amigo. Sempre que nos encontramos ficamos conversando horas a respeito de filmes, livros, espetáculos... E ontem, ele me indicou esse obra. Pesquisei no Google, descobri que foi exibido em 2006 e que criou muita polêmica em torno das cenas de sexo explícito. Acabei de assistir ao filme e confesso que fiquei chocado. Não pelas cenas de sexo, mas pelos depoimentos, pelas tramas em si.
Reproduzo abaixo a matéria de Marcelo Hessel para o site Omelete.
Vale a pena conferir.
SHORTBUS - Uma celebração ao sexo
Fazer filme com diálogo improvisado, roteiro aberto e personagens criados a partir de experiências pessoais dos atores não é a coisa mais fácil do mundo. Demanda tempo e sensibilidade. Filmar tudo isso, mais inúmeras cenas reais de sexo, com orgasmos de verdade, numa escala maior do que de muito pornô, daí já é quase improvável.
John Cameron Mitchell levou quase três anos para conseguir.
Hedwig and the Angry Inch, peça da Off-Broadway que viraria o seu filme de estréia como diretor em 2000, Hedwig - Rock, Amor e Traição, já falava de sexo abertamente. Entretanto, Mitchell se ressentia de ter assistido, no final dos anos 90, a vários filmes que tratam o sexo com franqueza, mas ainda com uma certa carga, como se opção sexual fosse um fardo. Segundo o diretor, faltava provocação e até um pouco de humor. E daí começou a aparecer Shortbus (2006), que no fundo é um filme de celebração.
Para começar, Mitchell abriu testes a qualquer pessoa, ator profissional ou não. Não queria astros, porque astros não fazem sexo, diz. Pediu que os interessados mandassem fitas com o que eles achassem interessante contar. Muitos faziam confidências em vídeo, outros se masturbavam para a câmera. Uma pré-seleção chegou a 500 pessoas, depois a 40. O diretor convidou-os para a festa que mantinha, mensalmente, em Nova York, chamada Shortbus (que depois viraria o nome do filme). Ali observava flertes, afinidades, e anotava - afinal, um filme como o que ele projetava não seria possível sem corpos que combinam.
Do método de trabalho de John Cassavetes e Mike Leigh, duas inspirações confessas, ele tirou o modelo de improviso e preparação de elenco de que precisaria. Um espaço que permite ao ator manobrar, textualmente falando, mas que segue as linhas gerais do que está no roteiro. Na tela o que se vê são pessoas dedicadas - algumas mais talentosas do que outras, é verdade - mas o objetivo é alcançado: acreditamos que personagens e elenco são os mesmos. Porque, de certa maneira, são sim.
Uma babel de Hedwigs Paul Dawson registrava o seu dia-a-dia fotograficamente, e é daí que nasceu a inspiração para o personagem que ele interpreta, James. Na trama, ficamos sabendo que James está filmando sua rotina ao lado do namorado, Jamie (P.J. DeBoy). James filma porque algo o incomoda na relação, na sua vida. Para tentar resolver, visitam uma terapeuta de casais, Sofia (Lee Sook-Yin). O problema é que ela também está passando por uma crise: jamais chegou ao orgasmo com o marido, apesar de transarem convulsivamente. Entra no meio uma dominatrix com problemas de relacionamento, Severin (Lindsay Beamish). Ela quer auxiliar Sofia, mas não sabe como ajudar a si mesma.
Todos eles se encontram no Shortbus, um clube underground de Nova York que, segundo seu dono, é como um lugar hippie, mas sem a esperança. Ali se escuta música eclética, bebe-se, conversa-se. Um grupo de lésbicas se reúne de um lado, em outra sala uma dúzia de trincas e casais se conhece melhor. Boa parte do filme acontece no Shortbus. É uma celebração, sim, e há muito do humor que Mitchell dizia procurar. Mas há no ar, também, um sentimento de efemeridade. Não é uma festa que nunca termina.
É possível que o diretor não tenha calculado, de início, o contexto em que o filme viria a se inserir. Hedwig, com os seus dilemas existenciais, personagens marginais tentando se enquadrar num mundo harmônico, é pré-11 de setembro. Shortbus tem o espírito da Nova York pós-traumática, a harmonia daquele mundo caiu, e o assunto inclusive vem à tona dentro do clube. É uma metrópole em trânsito, expurgando seu passado mais remoto (na figura do prefeito), uma babel de Hedwigs tentando achar um denominador comum. Se antes, a busca era por uma individualidade, agora a procura é pela coletividade.
E o fato de todos em Shortbus terem noção da finitude das coisas é o que os une.
John Cameron Mitchell levou quase três anos para conseguir.
Hedwig and the Angry Inch, peça da Off-Broadway que viraria o seu filme de estréia como diretor em 2000, Hedwig - Rock, Amor e Traição, já falava de sexo abertamente. Entretanto, Mitchell se ressentia de ter assistido, no final dos anos 90, a vários filmes que tratam o sexo com franqueza, mas ainda com uma certa carga, como se opção sexual fosse um fardo. Segundo o diretor, faltava provocação e até um pouco de humor. E daí começou a aparecer Shortbus (2006), que no fundo é um filme de celebração.
Para começar, Mitchell abriu testes a qualquer pessoa, ator profissional ou não. Não queria astros, porque astros não fazem sexo, diz. Pediu que os interessados mandassem fitas com o que eles achassem interessante contar. Muitos faziam confidências em vídeo, outros se masturbavam para a câmera. Uma pré-seleção chegou a 500 pessoas, depois a 40. O diretor convidou-os para a festa que mantinha, mensalmente, em Nova York, chamada Shortbus (que depois viraria o nome do filme). Ali observava flertes, afinidades, e anotava - afinal, um filme como o que ele projetava não seria possível sem corpos que combinam.
Do método de trabalho de John Cassavetes e Mike Leigh, duas inspirações confessas, ele tirou o modelo de improviso e preparação de elenco de que precisaria. Um espaço que permite ao ator manobrar, textualmente falando, mas que segue as linhas gerais do que está no roteiro. Na tela o que se vê são pessoas dedicadas - algumas mais talentosas do que outras, é verdade - mas o objetivo é alcançado: acreditamos que personagens e elenco são os mesmos. Porque, de certa maneira, são sim.
Uma babel de Hedwigs Paul Dawson registrava o seu dia-a-dia fotograficamente, e é daí que nasceu a inspiração para o personagem que ele interpreta, James. Na trama, ficamos sabendo que James está filmando sua rotina ao lado do namorado, Jamie (P.J. DeBoy). James filma porque algo o incomoda na relação, na sua vida. Para tentar resolver, visitam uma terapeuta de casais, Sofia (Lee Sook-Yin). O problema é que ela também está passando por uma crise: jamais chegou ao orgasmo com o marido, apesar de transarem convulsivamente. Entra no meio uma dominatrix com problemas de relacionamento, Severin (Lindsay Beamish). Ela quer auxiliar Sofia, mas não sabe como ajudar a si mesma.
Todos eles se encontram no Shortbus, um clube underground de Nova York que, segundo seu dono, é como um lugar hippie, mas sem a esperança. Ali se escuta música eclética, bebe-se, conversa-se. Um grupo de lésbicas se reúne de um lado, em outra sala uma dúzia de trincas e casais se conhece melhor. Boa parte do filme acontece no Shortbus. É uma celebração, sim, e há muito do humor que Mitchell dizia procurar. Mas há no ar, também, um sentimento de efemeridade. Não é uma festa que nunca termina.
É possível que o diretor não tenha calculado, de início, o contexto em que o filme viria a se inserir. Hedwig, com os seus dilemas existenciais, personagens marginais tentando se enquadrar num mundo harmônico, é pré-11 de setembro. Shortbus tem o espírito da Nova York pós-traumática, a harmonia daquele mundo caiu, e o assunto inclusive vem à tona dentro do clube. É uma metrópole em trânsito, expurgando seu passado mais remoto (na figura do prefeito), uma babel de Hedwigs tentando achar um denominador comum. Se antes, a busca era por uma individualidade, agora a procura é pela coletividade.
E o fato de todos em Shortbus terem noção da finitude das coisas é o que os une.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
UM HOMEM QUALQUER - TRAILLER
Sou suspeito pra falar... Mas este filme é maravilhoso. Uma experiência inesquecível... Grandes parceiros e muita, muita saudade.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
UM HOMEM QUALQUER - PRÉ ESTREIA
O filme ficou bárbaro... Valeu a pena esperar dois anos e meio. Parabéns, Caio. Parabéns, galera. Que saudade tenho do set.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
RELAÇÃO DE FILMES QUE CURTO
1. A VIAGEM DO CAPITÃO TORNADO – Ettore Scola
2. FEIOS, SUJOS E MALVADOS – Ettore Scola
3. O BAILE – Ettore Scola
4. CINEMA PARADISO – Giuseppe Tornatori
5. POR TRÁS DO PANO – Luis Villaça
6. SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS – Peter Weir
7. PULP FICTION – Quentin Tarantino
8. GRANDE HOTEL – Quentin Tarantino
9. TRAINSPOTTING – Danny Boyle
10. DOGVILLE – Lars Von Trier
11. DANÇANDO NO ESCURO – Lars Von Trier
12. MAR ADENTRO - Alejandro Amenábar
13. DE OLHOS BEM FECHADOS – Stanley Kubrick
14. LARANJA MECÂNICA – Stanley Kubrick
15. O ILUMINADO – Stanley Kubrick
16. LOLITA – Stanley Kubrick
17. 2001 – Stanley Kubrick
18. NASCIDO PARA MATAR – Stanley Kubrick
19. DELICATESSEN – Jean-Pierre Jaunet
20. O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE POULAIN Jean-Pierre Jaunet
21. ASAS DO DESEJO – Wim Wenders
22. O FIM DA VIOLÊNCIA – Wim Wenders
23. PARIS TEXAS – Wim Wenders
24. TUDO SOBRE MINHA MÃE – Pedro Almodóvar
25. ATA-ME – Pedro Almodóvar
26. A LEI DO DESEJO – Pedro Almodóvar
27. CARNE TRÊMULA – Pedro Almodóvar
28. KIKA – Pedro Almodóvar
29. FALE COM ELA – Pedro Almodóvar
30. MÁ EDUCAÇÃO – Pedro Almodóvar
31. MULHERES A BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS – Pedro Almodóvar
32. DE SALTO ALTO – Pedro Almodóvar
33. VOLVER – Pedro Almodóvar
34. SONHOS – Akira Kurosawa
35. RAPSÓDIA EM AGOSTO – Akira Kurosawa
36. IRREVERSÍVEL - Noe
37. PERFUME DE MULHER - Martin Brest
38. DON JUAN DE MARCO – Jeremy Leven
39. ADEUS MINHA CONCUBINA – Chen Kaige
40. LUA DE FEL – Roman Polanski
41. A MORTE E A DONZELA – Roman Polanski
42. PERDAS E DANOS – Louis Malle
43. LOUCA OBSESSÃO - Rob Reiner
44. TEMPOS MODERNOS – Charles Chaplin
45. O GRANDE DITADOR – Charles Chaplin
46. O GAROTO – Charles Chaplin
47. O CIRCO – Charles Chaplin
48. LIGAÇÕES PERIGOSAS – Stephen Frears
49. AMARCORD – Federico Fellini
50. ENSAIO DE ORQUESTRA – Federico Fellini
51. SATYRICOM – Federico Fellini
52. NOITES DE CABÍRIA - Federico Fellini
53. A DOCE VIDA - Federico Fellini
54. JULIETA DOS ESPÍRITOS - Federico Fellini
55. A LIBERDADE É AZUL – Krzysztof Kielowski
56. A FRATERNIDADE É VERMELHA - Krzysztof Kielowski
57. A IGUALDADE É BRANCA - Krzysztof Kielowski
58. MR. JONES – Mike Figgis
59. 21 GRAMAS – Alejandro González Iñárritu
60. KIDS – Larry Clark
61. CORRA LOLA, CORRA - Tom Tykwer
62. A BELA DA TARDE – Luis Buñel
63. UM CÃO ANDALUZ – Luís Buñel
64. ESSE OBSCURO OBJETO DE DESEJO – Luís Buñel
65. VIA LACTEA – Luís Buñel
66. METRÓPOLIS – Fritz Lang
67. O GABINETE DO DR. CALLIGARI – Robert Wiene
68. DENISE ESTÁ CHAMANDO – Hal Salwen
69. CIDADE DOS SONHOS – David Lynch
70. O HOMEM ELEFANTE – David Lynch
71. VELUDO AZUL – David Lynch
72. NOIVO NEURÓTICO NOIVA NERVOSA – Woody Allen
73. TUDO O QUE VOCÊ SEMPRE QUIS SABER SOBRE SEXO E TINHA MEDO DE PERGUNTAR – Woody Allen
74. CELEBRIDADES – Woody Allen
75. O SÉTIMO SELO – Ingmar Bergman
76. SONATA DE OUTONO – Ingmar Bergman
77. CENAS DE UM CASAMENTO – Ingmar Bergman
78. FANNY E ALEXANDRE – Ingmar Bergman
79. MORANGOS SILVESTRES – Ingmar Bergmann
80. O ÚLTIMO TANGO EM PARIS – Bernardo Bertolucci
81. ASSÉDIO – Bernardo Bertolucci
82. BELEZA ROUBADA – Bernardo Bertolucci
83. WHISKY – Juan Pablo Rebella / Pablo Stoll
84. PSICOSE - Alfred Hitchcock
85. JANELA INDISCRETA - Alfred Hitchcock
86. INTRIGA INTERNACIONAL - Alfred Hitchcock
87. AS CINZAS DE ANGELA – Alan Parker
88. DECAMERON – Pier Paolo Pasolini
89. POCILGA – Pier Paolo Pasolini
90. MEDÉIA – Pier Paolo Pasolini
91. GAROTOS DE PROGRAMA – Gus Van Sant
92. MAIS ESTRANHO QUE A FICÇÃO
93. QUANTO MAIS QUENTE MELHOR – Billy Wilder
94. O PIANO - Jane Campion
95. O PRÍNCIPE DOS MENDIGOS – Menahen Golan
96. HAIR - Milos Forman
97. JESUS CRISTO SUPERSTAR
98. GODSPELL – David Greene
99. P.S. EU TE AMO – Richard Lagravenese
100. BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEMBRANÇAS - Michel Gondry
101. EFEITO BORBOLETA - Eric Bress e J. Mackye Gruber
102. O CRIME DO PADRE AMARO - Carlos Carrera
103. POR TRÁS DA FÉ - Dan Curtis
104. O SILÊNCIO DOS INOCENTES – Jonathan Demme
105. DIÁRIO DE UM ADOLESCENTE – Scott Kalvert
106. O CALICE SAGRADO – série Monty Phyton
107. A VIDA DE BRIAN – série Monty Phyton
108. SIN CITY - Robert Rodriguez/ Frank Miller
109. HISTÓRIA DO MUNDO PARTE 1 – Mel Brooks
110. MUITO BARULHO POR NADA – Kenneth Branagh
111. PARA O RESTO DE NOSSAS VIDAS - Kenneth Branagh
112. HAMLET - Kenneth Branagh
113. HENRIQUE V - Kenneth Branagh
114. O MÁGICO DE OZ – Victor Fleming
115. A GUERRA DO FOGO – Jean-Jacques Annaud
116. A COMILANÇA - Marco Ferreri
117. RATOS E HOMENS – Gary Sinise
118. A EXCÊNTRICA FAMÍLIA DE ANTONIA - Marleen Gorris
119. CAROS F... AMIGOS – Mario Monicelli
120. LANTERNAS VERMELHAS – Zhang Yimou
121. COMO ÁGUA PARA CHOCOLATE – Alfonso Arau
122. MORANGO E CHOCOLATE – Tomás Gutierrez Alea e Juan Carlos Tabío
123. IMPÉRIO DOS SENTIDOS – Nagisa Oshima
124. MEDITERRÂNEO – Gabriele Salvatores
125. INDOCHINA – Régis Wargnier
126. OS INCOMPREENDIDOS – François Truffaut
127. BEIJOS PROIBIDOS – François Truffaut
128. A MULHER DO LADO - François Truffaut
129. ALPHAVILLE – Jean Luc Godard
130. NOUVELLE VAGUE – Jean Luc Godard
131. O DESPREZO – Jean Luc Godard
132. JE VOUS SALUE, MARIE – Jean Luc Godard
133. GENTE DA SICÍLIA – Jean-Marie Straub
134. A CASA DOS ESPÍRITOS – Billy August
135. O ENIGMA DE KASPAR HAUSER – Werner Herzog
136. FRITZCARRALDO - Werner Herzog
137. WOYZECK - Werner Herzog
138. CORAÇÃO DE CRISTAL - Werner Herzog
139. SHAKESPEARE APAIXONADO – John Madden
140. MACBETH – REINADO DE SANGUE – Orson Wells
141. CIDADÃO KANE – Orson Wells
142. O PROCESSO – Orson Wells
143. WATER - Deepa Mehta
quinta-feira, 18 de junho de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
MAIS ESTRANHO QUE A FICÇÃO

A Rede Globo de Televisão tem o péssimo hábito de exibir verdadeiras obras-primas quando muitos dormem. Já escrevi um artigo sobre isso. Domingo passado, numa das minhas noites insones, fiquei assistindo a um filme sem importância no Domingo Maior, melhor dizendo, vendo algumas imagens, já que deixo o MUTE acionado. Quando ia desligar a TV, tem início na Sessão de Gala o filme MAIS ESTRANHO QUE A FICÇÃO. Meu sono foi embora na hora e tornei a assistir esse clássico de Zack Helm (roteiro) e Marc Foster (direção)
Segue a sinopse
Após dez anos de trabalho meticuloso, a escritora Karen Eiffel (Emma Thompson) está quase terminando seu mais recente e possivelmente melhor livro. O único desafio que resta é imaginar como matar seu personagem principal, Harold Crick. Mal sabe ela que Harold Crick (Will Ferrell) está inexplicavelmente vivo, passando muito bem no mundo real e repentinamente consciente de suas palavras. Ficção e realidade se chocam quando o perplexo e cômico Harold escuta o que ela tem em mente e percebe que precisa descobrir uma maneira de mudar o final pretendido pela autora (que é o dele próprio).
Vale a pena. Segue o trailler.
quinta-feira, 19 de março de 2009
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEMBRANÇAS



Você seria capaz de apagar da mente as lembranças de um tumultuado relacionamento como fizeram Joel e Clementine, interpretados por Jim Carrey e Kate Winslet no filme que dá título a este post?
Acabei de assistir ao filme e estou alucinado. O roteiro assinado pelo aclamado Charlie Kaufman é perfeito, a direção de Michel Grandy dispensa qualquer tipo de comentário e o trabalho dos atores Carrey e Winslet, de tirar o chapéu. Nunca tinha visto o Carrey num papel dramático e muito menos a Winslet num papel cômico. Os atores não estariam com os papéis trocados? E foi isso um dos motivos que me levou a assistir a esse filme, essa inversão de papéis. Um filme tocante que não deve ser visto só uma vez, até porque a trama é bastante complicada.
Outro motivo que me estimulou a ver o filme foi o fato dele direcionar um olhar sobre separações, rupturas e colapsos, assuntos que também são abordados no meu novo espetáculo “Castelos de Areia”. E me trouxe um excelente material para o nosso processo de trabalho. Será que se levasse as personagens da peça para a Lacuna e os entregasse para o dr. Howard, inventor do processo de apagar da mente as lembranças, eles não seriam mais felizes do que conviver diariamente com a dor causada pela perda de seu grande amor?
Será que seria legal poder deletar da mente as lembranças de alguém que amou muito e que te fez muito mal? Não sei, não. Pra mim não seria legal viver sem lembranças. Se apagasse totalmente da memória o meu penúltimo e conturbado relacionamento, eu não teria escrito a peça.
Hoje, após ter superado o sofrimento, consigo olhar para aquilo que escrevi com distanciamento e todas as tristezas, angústias e outros sentimentos que me faziam mal, foram embora restando apenas uma doce lembrança de uma tarde de outono, da sua pele macia, do seu perfume inebriante, do seu toque sutil, do seu olhar melancólico, do seu sorriso iluminado e das nossas bocas que se encaixavam perfeitamente cuja sensação jamais poderei descrever com palavras. Se passasse por um tratamento como esse do filme, com certeza essas lembranças jamais seriam deletadas da minha memória porque se eternizaram, não só em mim, mas no texto que escrevi e conseqüentemente nesta montagem que virá.
Fica aí essa dica. “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, para mim, está no ranking dos melhores filmes que já vi na vida. Com cenas tocantes e de forte impacto visual.
Obrigado Charlie Kaufman, obrigado Michel Gandry, obrigado Jim Carrey, obrigado Kate Winslet e obrigado a todos os astros que brilharam nesta obra-prima.
BRAVO!!!!!!!!!!!!!!!!
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
AINDA SOBRE MR. JONES
Ontem assisti ao filme MR. JONES. Desnecessário seria falar do excelete trabalho de Richard Gere como o bipolar Jones. Está magnífico no papel. A cena em que ele sobe no palco durante um concerto para reger uma obra de Beethoven, é antológica, de arrepiar os cabelos do cu.
Não é nenhuma novidade que Richard Gere é magnifíco no que faz. Novidade está sendo pra mim, mergulhar nessa questão da bipolaridade. Escrevi Castelos de Areia mas sem dominar muito o tema. Agora, durante a montagem, percebi que mirei no que vi e acertei no que não vi... Um texto que poderia ser apenas uma história de um amor mal resolvido, se transforma numa montagem onde amor, ódio, desespero, depressão, impulsividade, imprevisibilidade estão presentes. Enfim... tô curtindo pra caralho.
Não deixem de ver esse filme. É difícil de encontrar. Rodei o centro todo de SP atrás dele e acabei encontrando numa locadora que fica embaixo do COPAN em VHS. Fodido mesmo.....
quinta-feira, 31 de julho de 2008
MR. JONES

Estou pesquisando muito a respeito do transtorno bipolar. Escrevi CASTELOS DE AREIA com personagens que vivem momentos de "euforia e a depressão", mas nunca tinha estudado sobre esta patologia. Agora estou mergulhado no tema. Estamos num processo louco, afinal a estréia está marcada para 13 de setembro. Sei que o nosso tempo está exíguo, mas isto não significa nada.
Sempre gostei do trabalho do Richard Gere, porém nunca vi o filme "Mr. Jones".
Segue uma breve sinopse do filme:
Mr. Jones (Richard Gere) é um homem impulsivo e fascinante, que atrai as pessoas com o seu encanto e a sua energia vital. No entanto, por vezes passa bruscamente desse estado de euforia para um enorme desespero.A sua psiquiatra, a Dra. Elizabeth Bowen (Lena Olin) está decidida a ajudá-lo.Mas antes que dê por isso, estará profundamente ligado a ele.
quarta-feira, 6 de junho de 2007
PORQUE O BLOG TEM ESSE NOME?
Ratos e Homens é o título da obra-prima de John Steinbeck (1902-1968) - um dos maiores romancistas do século 20 - e até hoje um dos livros mais lidos do autor.
Em Ratos e Homens (Prêmio Nobel 1962), Steinbeck levou à maestria sua capacidade de compor personagens tão cativantes quanto realistas e de, ao contar uma história específica, falar de sentimentos comuns a todos os seres humanos, como a solidão e a ânsia por uma vida digna. Durante a depressão americana na década de 1930, dois amigos vão trabalhar numa fazenda. Um deles, no entanto, é doente mental. Certo dia, ao brincar com a mulher do patrão, acaba provocando uma tragédia.
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