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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

ALGUNS "CLICKS" DO EVENTO EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO RÁDIO

No coquetel, após a apresentação

Parte de nossa equipe de radioteatro
Com a dama do rádio sorocabano, Zilá Gonzaga

segunda-feira, 21 de julho de 2014

TIRANDO DA COVA

Em março de 2015, a Cia. das Artes Dramáticas - CAD - da qual sou fundador, dramaturgo, diretor, e as vezes ator, completará 20 anos de atividades. Evidentemente que iremos fazer uma festança para comemorar a data, afinal de contas, não é qualquer grupo que completa 20 anos de atividades, praticamente ininterruptas e com 45 espetáculos em seu currículo. E além da programação que contará com alguns espetáculos, estou preparando uma exposição com fotos, cartazes, recortes de jornais, exibição em vídeo das montagens encenadas, enfim, organizar uma espécie de Memorial do CAD. 
Só que para fazer isso, é necessário coletar o material. As fitas VHS dos espetáculos já foram convertidas para DVDs, jornais que noticiaram os eventos já foram escaneados e estou criando uns slides em PowerPoint onde o público poderá consultar o histórico do grupo, espetáculos encenados com datas de estreias, temporadas e apresentações extras além de sinopses, fichas técnicas e fotos de cada espetáculo.
Se fosse hoje, seria tudo muito fácil, pois tudo é digital. Agora imaginem em 1995 em que câmeras e máquinas fotográficas precárias registraram os eventos!!!! Está sendo um trabalho do cão escanear fotos, programas, certificados, flyers, para provar que os espetáculos realmente foram realizados. Falar que fez 45 espetáculos, é fácil. Agora, prove! E para provar isso, estou tendo muito trabalho.
Sempre fui muito desencanado com o currículo. Comprava os jornais e guardava numa pasta. A pasta ficava entupida de papeis, comprava outra e quando essa também  se enchia de papeis, comprava outra e assim sucessivamente. Só que nunca fui de organizar esse material. Então tem programas e cartazes de uma peça com contrato de locação de espaço de outra e borderôs de outra, então, pacientemente, estou desencovando nas minhas estantes todo esse material. Quero deixar tudo em seus devidos lugares, para depois escanear e além de ter uma cópia física, ter outra em PDF.
Está sendo muito trabalhoso, é verdade, mas quando me deparo com um diário de encenação de algum espetáculo, do qual, evidentemente, não me lembro mais, é muito prazeroso.
Tenho chão pra concluir a tarefa e o que me alivia é que este trabalho deixará frutos e sempre reavivará a memória das pessoas, porque, infelizmente, brasileiro tem memória curta.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

GESTAÇÃO

Costumo comparar um espetáculo a uma gestação. Da mesma forma que um bebê vai se desenvolvendo na barriga da mãe, o processo de cada novo espetáculo acontece da mesma forma. 
Comecei a escrever esse texto em 2010 e terminei em 2011. Escrevi esse texto para dois atores específicos. Para mim e para o André, um grande amigo, que conheço há quase 20 anos. A última vez em que contracenamos foi em 1998, com o espetáculo Quem Casa Quer Casa, de Martins Pena e agora voltamos a trabalhar juntos.
O bom de trabalhar com amigos de longa data, é que sabemos das suas virtudes e de suas deficiências. E também dos métodos de trabalho de cada um. Não existe competição entre a gente. Queremos apenas fazer um espetáculo no qual acreditamos.
Fizemos inúmeras leituras, e em nosso último encontro, as personagens começaram a ganhar contornos e a saírem do papel. Nossos diálogos vinham carregados de verdade. E como isso é prazeroso.
Será uma montagem bem simples, sem cenários e efeitos mirabolantes. Estou focando apenas no trabalho de ator.
Fazia tempo que não entrava em cena. Tenho feito O Porta-Malas, mas é um espetáculo que já está pronto  desde 2003 e que faço de olhos fechados. E como é bom voltar a atuar, a decorar texto, a criar personagens, ensaiar até a exaustão. E, melhor de tudo, fazer isso com muito tesão.
Saio do isolamento do meu escritório para a sala de ensaio. E, em breve, este bebê vai nascer. E como anseio por este momento. 
Esse espetáculo será belíssimo. Temos certeza absoluta. Até porque ele está sendo feito com muito amor. E, quando isso acontece, já sabemos o seu resultado.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

ATOR REVELAÇÃO


Ainda estou atordoado. Parece um sonho. Mas é verdade.
No domingo passado, recebi o meu primeiro troféu como ator - o de ator revelação - no VI Festival de Monólogos de Campo Limpo Paulista, pelo meu trabalho em O Porta-Malas.
Pois é. Em 23 anos de carreira e com mais de 90 espetáculos nas costas, nunca recebi nenhum prêmio de ator. Como diretor, coleciono alguns, mas de ator é o primeiro.
E justamente por um trabalho que amo fazer.
É o terceiro festival de monólogos que O Porta-Malas participa. Em 2010, recebeu o prêmio de 3.° Melhor Espetáculo no Festival de Monólogos de Piedade, e agora este, em Campo Limpo Paulista.
Agradeço imensamente a Sérgio Roveri,  autor do texto, pela confiança que depositou em mim, quando lhe pedi autorização para a montagem, há 9 anos atrás; a Thiago de Castro Leite, na época, um adolescente, que me dirigiu; a Roberto Borenstein, que abriu as portas de sua casa para uma longa temporada, a todos os amigos e público em geral que assistiu à montagem, e especialmente ao meu filho Eddie, que está comigo desde o início dessa jornada e que me estimula a seguir em frente.
Sem palavras pra vocês... 

domingo, 25 de março de 2012

CAD COMPLETA 17 ANOS

Segue o playlist de alguns dos espetáculos encenado pelo grupo. Deliciem-se, como eu me deliciei...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

MEUS ESPETÁCULOS

Para abrir 2012, nada melhor do que estar respirando arte. Coloco aqui o playlist de alguns dos meus espetáculos teatrais, de 1995 a 2008. Bom divertimento.

domingo, 25 de abril de 2010

AQUELE QUE DIZ SIM

3º FESTIVAL DE TEATRO ESTUDANTIL DO SESI

FUI NO MOINHO BUSCAR... MÓ


DOS JORNAIS
13/03/2004


Fui no Moinho Buscar... Mó estreia hoje


A comédia infantil "Fui no Moinho Buscar... Mó" estréia hoje, às 16h, na Escola Estadual "Profº Daniel Verano". O espetáculo cumpre temporada no local até o dia 12 de junho, sendo realizado todos os sábados. "Fui no Moinho Buscar... Mó" narra a história de Lauro, um garoto que tem dificuldade de viver num mundo onde os sonhos não têm lugar. Dessa maneira, ele procura aceitar, sem discutir, as ordens dos outros. E acaba se dando mal. Tudo começa quando sua mãe pede para que ele vá até o moinho buscar dois quilos de fubá. Como é extremamente distraído, a mãe o aconselha a ir pelo caminho falando o que tem de comprar, para não esquecer. Mas no meio do caminho, se depara com pessoas que estão às voltas com os seus problemas e ao chegar até o moinho, Lauro já não sabe mais o que quer. Com texto de Gabriela Rabelo e direção de Júlio Carrara, integram o elenco os atores Danilo Constança, Francimari Barros, Eddi Góes e Matheus Rodrigues, da Cia das Artes Dramáticas (CAD). A peça comemora os nove anos de atividades do grupo, a ser completado no dia 25 de março. Com entrada franca mediante ingressos, que devem ser retirados no local com uma hora de antecedência, a duração é de aproximadamente 25 minutos. A escola "Profº Daniel Verano" fica na rua Carlos Luvison, s/nº.

O NATAL DE PELOAVESSO


DOS JORNAIS
12/12/2003

O espetáculo "Natal de Peloavesso", texto de Gabriela Rabelo e direção de Júlio Carrara, com a Cia. das Artes Dramáticas (CAD) tem uma única sessão hoje na cidade. A montagem aborda o tema dos excluídos da sociedade. Peloavesso é um menino de rua sensível, que vive sem família e sem dinheiro, e usa toda sua vivacidade para sobreviver. No elenco estão Eddi Góes, Franciele Barros, Gabriela Oliveira, Julio Carrara, Danilo Constança e Renan Milano. Hoje, às 20h30, na Escola Estadual Prof Daniel Verano. Os ingressos podem ser retirados gratuitamente no local uma hora antes do início da apresentação.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

BRUXISMO

O PORTA-MALAS

RELEASE DE DIVULGAÇÃO


“O Porta-Malas” é o título do 26º espetáculo teatral da Cia. das Artes Dramáticas (CAD). Desta vez, o grupo embarcou num desafio de encenar um monólogo, com direção de Thiago Castro e tendo no elenco o ator, diretor e arte-educador Julio Carrara, como personagem único, "O Porta-Malas" é uma comédia dramática que faz parte de uma coletânea de quatro monólogos intitulados "Vozes Urbanas", escrito pelo paulistano Sérgio Roveri.
A história flagra um personagem numa situação, infelizmente, cada vez mais comum nas grandes cidades: um homem é seqüestrado e colocado no porta-malas do próprio carro. Ali confinado, com dores no corpo, em pânico, na terrível expectativa do que poderá lhe acontecer e atento aos ruídos e movimentos de seu seqüestrador.  O personagem começa a se desesperar e busca uma forma de se livrar do seqüestro, mas sem atingir êxito. Depois de várias tentativas frustradas, o homem fica frente a frente com o bandido, que  abre o porta-malas e decide o seu destino.



É a primeira vez que um espetáculo do CAD é dirigido por outra pessoa, não sendo o próprio Julio Carrara. Segundo Julio, “é impossível um diretor dirigir uma cena em que atua, porque ele não tem a visão do espectador e o olho crítico do diretor, por isso chamei o Thiago, meu aluno, para me dirigir. E achei formidável essa experiência. O Thiago conhece o meu método de trabalho, tem idéias muito criativas, é sensível e inteligente o bastante para levar à cena um espetáculo. Todas as cenas do espetáculo foram inúmeras vezes pensadas e discutidas  e o resultado, acredito, está sendo bastante positivo.”
 Em um mês o espetáculo ganhou vida, saindo do papel, entre muitos ensaios de mesa, exercícios vocais e corporais. “O belíssimo texto do Roveri já é garantia de uma boa encenação, pois retrata o cotidiano das pessoas, principalmente dos paulistanos. Como também moro em São Paulo, identifico imediatamente o universo em que ele transita – a solidão de viver numa cidade grande e o tema abordado: o Homem na Grande Metrópole. É um texto cheio de significados”,  continua Julio. 
 Para o diretor Thiago Castro a encenação poderia encaminhar-se para duas direções, principalmente na parte cenográfica. “A idéia inicial seria colocar no palco um porta-malas de um carro e o personagem permaneceria ali, trancafiado o tempo todo, mas eliminamos essa idéia logo nos primeiros ensaios para não limitar a imaginação dos espectadores nem a atuação do Julio. Optamos em valorizar o texto e a atuação. No palco nu, através da luz recortada num retângulo fizemos o porta-malas.”, explica. A trilha sonora criada por Julio Carrara dialoga com o personagem o tempo todo. Eram os elementos de que necessitava para emoldurar a ação.